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Paramore

Hey, pessoas. Estou aqui de novo, mando beijos à todos. Vi que na minha última postagem aqui já me zuaram. Eu sei que o fucking Pelé não é de Santos, mas vocês entenderam e eu NÃO VOU me explicar.

Vim fazer uma... acho que é resenha, sei lá. Eu vim falar sobre o que EU acho do Paramore. Falando como um quase-ou-nem-tanto-músico e como ouvinte e como adorador da banda - por causa da Adriana, como alguns de vocês devem saber.


Então, aqui estão eles. Hayley Williams, Taylor York, Josh e Zac Farro e Jeremy Davis. O Paramore. A banda mais comentada nos últimos tempos por causa dos peitinhos da Hayley [+old]. E, sim, ela é gostosa.

Aliás, pra quem me acompanha na Last.fm [link = http://www.lastfm.com.br/user/mestrebonz] vê que eu tenho mais de 2000 execuções deles, e não, não é por eles serem aquelas bandas fodonas com solos de trezentos minutos. Não, não é.

É pela voz da Hayley. E pelas letras. É pela consideração que tenho pela banda, e por gostar de Fences rs.

Aliás, a banda é musicalmente boa sim. As linhas de baixo são simples, fáceis de pegar, mas não são escrotas e IGUAIS as guitarras, como a maioria das bandinhas atuais (e me desculpe, Pe Lanza, mas eu que não toco nem a um ano baixo to melhor que você), com uma música com a construção do baixo MUITO BOA, que é a tão comentada Fences. Jeremy Davis ganha pontos comigo assim.

Já os guitarristas, o Taylor York e o Josh Farro: bem, não são OS GUITARRISTAS, mas são bons. O Farro tem uma boa técnica, mas não vejo nenhum feeling nele. Não vejo aquela presença de palco que um guitarra solo tem que ter. E o York é base, ele faz bem seu papel e preenche muito bem as músicas, e não engole os outros instrumentos como a maioria dos guitarras base.

Aliás, a banda é sim composta por membros bons. O baterista é ótimo, o outro Farro, o Zac. Não se sobressai, mas também não se apaga no fundo. Tem sua presença nas músicas (gosto da participação dele em Hallellujah).

E a Hayley, bem, é a Hayley. Ousaria dizer que ela é a atual melhor vocalista do mundo, me desculpe Lady Gaga. Mas isso é uma opinião minha, pessoal; eu amo o timbre dele, amo como a voz dela combina com as músicas e amo o jeito dela compor. Also, ela tocando piano é ótima também.

Num todo, é uma ótima banda. Tanto acústica (Sunday Bloody Sunday que eles regravaram é linda <3)>

Aliás, quem advinhar primeiro o por quê de eu gostar e ouvir tanto Paramore, ganha um biscoito. Ou um Caterpie no RPG, quem sabe.

Flvv.



Novo álbum de Daft Punk deve sair em novembro


Olá leitores do blog, eu sou o Dione, e eu sou um autor penetra, risos.

Sou praticamente uma pessoa normal. Um estudante comum, 16 anos, curto ouvir música, ver filmes, sair com os amigos e ainda não tenho um emprego fixo.

Não sou especialista em escrever, mas venho trazer informações pro blog sobre assuntos que curto. Música, atores, filmes, séries e afins.

Agora vou parar de falar de mim, e falar de música. Pra começar, Daft Punk.

Vocês sabem quem são, não vem falar que não. São aqueles dois caras que preservam a identidade sempre se apresentando com capacetes e roupas á la Power Rangers. Brincadeira, sei que vocês conhecem eles.

Eles que estão produzindo a trilha sonora para o filme Tron Legacy, o remake do filme Tron (1982) que está sendo produzido pela disney. O álbum, que deve chegar às lojas dia 23 de novembro (segundo o site do semanário musical New Musical Express) vem repleto de músicas inéditas.

O disco será o primeiro álbum lançado pelo Daft Punk desde o lançamento de "Human after all", em 2005, com os hits "Robot rock" e "Technologic".

Tron legacy chega aos cinemas do país no dia 17 de dezembro, segundo o site Filme B

Pra quem nunca viu o trailer do filme, aqui vai:

Esse filme promete, assim como a trilha sonora.
Fonte: G1

Bgs, vejo vocês depois. Byee

Bum, bum, buuuum


Hey molecada, aqui sou eu, o Bonz! Vou falar um pouco de mim, como o Arch, e depois farei uma breve introdução ao instrumento contra-baixo, que muitos conhecem como Baixo Elétrico!

Bem, eu sou um garoto novinho, de cerca de 14 anos (faço aniversário em 11 de fevereiro); nasci em São Paulo, capital, e com 5 anos me mudei para a litorânea Santos, cidade do Pelé. Comecei a entrar em foruns um ano depois de aprender a ler, em 2002, entrando na MBB (Multiverso B@te-Boc@, forum sobre HQs) e desde lá venho entrando em foruns pokemons (comecei em 2003, na Pokeland; em 2004 fui pra Plus e ano passado fui pra M2, virando Mestre e agora estou na Route One).
Tenho um cachorro cego que tem 12 anos e se chama Tobi José. Meu pai é analista de sistemas e minha mãe nutricionista. Não estou namorando, ainda.
E, bem, eu toco baixo.

Tenho uma banda aqui em São Vicente, onde estou morando - uma "cidade-satélite" de Santos - que se chama KanaStra, e nessa banda eu toco baixo. Meu baixo é um jazz bass da Eagle, vermelho de escudo branco.

Bem, eu queria falar aqui como funciona e como ele é aplicado hoje em dia.

Antigamente o baixo era um negócio grandão de madeira que era tocado com cordas de tripa. Sua afinação era a mais grave de todos os instrumentos de corda da orquestra, sendo uma oitava acima da afinação do violoncelo ou cello. Foi introduzido às orquestras no fim do século XVII e foi evoluindo de lá pra cá.

De uns tempos pra cá, virou elétrico. No começo do blues e do jazz, tivemos o estopim do Baixo como instrumento, sendo ele o instrumento que dava a base, para entrada da melodia com a voz e os sopros. Em seguida, veio o rock n' roll; e com ele surgiram as várias vertentes dele, e cada uma usava um estilo de baixo. Um mais aparente no progressivo, mais calmo no pop e mais veloz no metal, o baixo sempre foi um "acompanhante da guitarra", para a maioria.



O baixo utilizado hoje em dia tem, normalmente, 4 cordas. Alguns usam uns com 5 e os mais habilidosos usam os com 6 cordas. Diferentemente da guitarra, toca-se normalmente uma corda, e não todas nos acordes/arpeggios. As técnicas para tocar no baixo são variadas, as mais usadas sendo o slap, o pizzicato e o uso da palheta.

Com o slap você bate na corda com o polegar, e puxa uma das cordas de baixo com os outros três dedos usados (indicador, médio e anular); a técnia é usada no jazz, como maioria, mas também em alguns rocks. O pizzicato é o famoso "dedilhado", podendo ser tocado com dois, três ou até quatro dedos (Steve Harris, do Iron Maiden, toca com os quatro); é o mais utilizado, principalmente para acompanhar o riff das guitarras. E, claro, as palhetadas; muito utilizado pela velocidade que pode proporcionar ao baixista, é bastante utilizada no metal.


Há também outro modelo de baixo elétrico, o fretless bass. Mas eu vou falar dele depois, quando for falar do grande Jaco Pastorius.