Mais que um livro, uma terapia


Durante mais ou menos um mês, eu li o A cura de Schopenhauer, de Irvin D. Yalom. No começo, estava meio retesado, o livro é muito técnico, muito enfadonho. Então, do nada, me vi envolvido na estória. Passava o dia todo pensando no que aconteceria, no rumo que tomaria depois daquele acontecimento... E terminei ontem, emocionado, sentindo que cresci como ser humano.

A Cura de Schopenhauer conta a história de um psiquiatra, o inteligente e envolvente Julius Hertzfeld, que, após anos de trabalho (não me lembro bem quantos anos agora..) se descobre com apenas um ano de vida pela frente. Até aí, clichê. Quem nunca viu uma história em torno de uma vida com data de validade? Então, derrubando todos os clichês possíveis, aquela coisa de "viver cada dia e fazer dele um melhor dia do que foi no dia anterior" ou ainda aquele fato da pessoa se deprimir e aguardar a morte, paciente e miseravelmente idiota. Julius não. Ele decide viver como sempre viveu. Trabalhar, comer (agora sem tanta preocupação com ela), fazer as coisas que sempre fez, viver normalmente.

Eu achei fantástico. Não sei se conseguiria. Você conseguiria? Um ano de vida pela frente e, simplesmente, você vai continuar indo à escola, continuar trabalhando, continuar jogando The Sims? Não sei.

Julius resolve, por ser um psiquiatra renomado e que já tinha resolvido inúmeros casos, resgatar antigos pacientes e saber, sem compromisso, como a pessoa estava vivendo depois da cura ou da não-cura. É nesse momento que o personagem Phill é apresentado. Phill foi um paciente de Julius, viciado em sexo e em relacionamentos "nada sérios". Phillip seguiu, por vários anos, a filosofia de que se encontrar com uma mulher mais que duas vezes era loucura. Ele apenas a levava para jantar, falava algumas coisas bonitas e a levava para cama. Por três anos, Julius fez de tudo para "curar" Phill. Em vão. Phillip larga a terapia, sem cura, sem melhora.

Julius reencontra Phillip e se surpreende. Phill agora já não é um Engenheiro Químico e sim aspirante a terapeuta. Imagine, um homem tão impessoal como Phillip, querendo ser terapeuta. É nesse momento que a palavra tão complicada Schopenhauer entra na estória, dando o rumo do enredo. Phill conta que, através do que Schopenhauer disse em seus vários artigos filosóficos, curou não só o vício pelo sexo, mas toda a vivência social que ele tinha e não gostava.

A partir daí, o livro se divide em setores. Em capítulos, é narrado a estória de Julius e sua incansável busca por não perder a trilha da vida e enlouquecer, em outros, a estória do filósofo Arthur Schopenhauer, sua vida e obra.

O livro passa a narrar o convívio de um grupo de terapia. Eu nunca tinha me informado sobre isso e achei interessantíssimo. Phill entra para o grupo de terapia de Julius com a condição de que Julius aprenda um pouco mais sobre Schopenhauer e assim, de um modo torto (Phillip é bastante frio, distante, quase incapaz de estabelecer um contato social) ajudar Julius a enfrentar a morte.

O grupo de terapia é formado por Pam, uma mulher que foi deixada, ao mesmo tempo, por marido e amante; Bonnie, uma gordinha que nunca teve sua existência exaltada por alguém; Stuart, um médico que não consegue se enturmar muito no grupo e que acaba sendo sempre apenas um "arquivo" do que foi dito, do que ficou para dizer; Tony, um sujeito estúpido, machista e irritado, mas de bom coração; Rebbeca, uma linda mulher que, na crise dos 40, se sente desolada por entrar nos lugares e não ser mais notada e Gill, com problemas alcóolicos e com a mulher.

A cada sessão, você aprende mais sobre os personagens e relações diversas. De leitor, você passa a um integrante do grupo, acompanha o desenrolar das angústias e conquistas de cada um, faz expectativas de como eles irão superar seus conflitos, seus medos. É incrível, gente.

Eu recomendo esse livro pra quem está tentando se entender. Pode parecer idiota, mas nem sempre temos total domínio de nossos sentimentos. Quem me conhece sabe que eu sempre estou em busca de crescer mentalmente, de controlar os tantos defeitos que carrego e por vezes, descarrego em terceiros.

Schopenhauer, ao longo de sua história, diz coisas incríveis. Uma das citações dele que me comoveram:



Como o nosso começo é diferente do fim! No começo, temos o delírio do desejo e o êxtase do prazer sensual: no fim, a destruição de todos os órgãos e o cheiro do cadáver em decomposição. O caminho, do nascimento à morte, é sempre um declive no bem-estaar e na alegria. Infância sonhadora, juventude alegre, vida adulta difícil, velhice frágil e em geral lastimável, a tortura da última doença e, finalmente, a agonia da morte. Não parece que a vida é um tropeço cujas consequências aos poucos ficam óbvias?



Fiquei pensado nisso e concordo. Mas, como no livro é abordado, não vale de nada vivermos se tivermos a visão pessimista de Schopenhauer onde, a base filosófica é a frase "Viver é sofrer". Portanto, acima de toda a visão pessimista, temos que enfrentar a vida. E no livro isso é amplamente discutido. Os personagens parecem vivos de tão bem feitos. Leitura agradável, às vezes muito difícil, mas ótima. Leiam, ou procurem um pouco mais sobre Schopenhauer. Muito pouco é abordado sobre ele, mas seus pensamentos são a base de muitos filósofos famosos, como Nietzche. Não vou me prolongar, outra hora venho falar sobre o Schopenhauer em si.

E você, que livro está lendo?

Novidades no blog!

Pessoal, como estão?

Pois é, o blog andou meio parado ultimamente... mas a morosidade acabou! Estamos de volta à ativa, com novos redatores, novos posts e, em breve, novos projetos! O Tio já se apresentou abaixo, com seu ótimo texto à respeito do Projeto Jogo Justo, e logo mais, novos (e antigos) escritores darão as caras por aqui, postando curiosidades, informações e assuntos em geral.

Espero alguma participação de vocês, leitores, aí nos comentários, ein. Principalmente nos outros posts, comentando o que acharam das dicas e toques que o pessoal anda dando por aqui. Se tiverem sugestões pro blog, melhor ainda! Estamos abertos a novas ideias. :3

Por ora é isso. Aguardem por novos posts e outras novidades em geral. Até!

Jogo Justo: um projeto que ajudará o Brasil a passar de nível!


Olá, leitores do Blog Route One! :D


Sou o Tio lá do fórum, mas não tenho sobrinhos de verdade e meu verdadeiro nome é Marcos Berto. Minha intenção não é desperdiçar o raro e precioso espaço cedido para mim nesta página com mais apresentações, então vamos logo ao que importa: o projeto Jogo Justo.


Encabeçado pelo administrador de empresas e apreciador de games Moacyr Alves Júnior, 37, o Jogo Justo pretende simplesmente diminuir os impostos estratosféricos que constituem medievais barricadas protecionistas sobre games no Brasil. As leis do nosso país taxam em cerca de 80% todo o tipo de produto eletrônico importado, ou seja, jogo que custa 50 dólares lá fora viria com, pelo menos, o dobro do preço para cá, já que devemos adicionar o lucro dos revendedores. Fazendo as contas, temos um jogo de 50 dólares sendo vendido aqui por 200 reais, o preço que você deveria pagar para comprar dois jogos de nível alto.

Empresas internacionais, como Nintendo, Sony, Microsoft, Blizzard Enterteniment, Square-Enix, Konami e EA Games, estão apoiando o projeto Jogo Justo, além das brasileiras, como Saga, UZ Games e Devir.


Ouvi falar que alguns gamers de Portugal e alguns países latinoamericanos estão desenvolvendo projetos inspirados no Jogo justo para tentar movimentar a área em seus países também.


Com o tempo, eu espero que a população aprenda o valor dos games, assim como estão aprendendo sobre os filmes, e comecem a comprar do original. A venda de DVDs de filme e CDs de música originais subiu nos últimos meses, surpresa explicada pelos especialistas como “os consumidores provam os produtos com o pirata e, se gostarem, compram o original por causa da melhor qualidade”.


E é aí que muitos podem argumentar: “Mas, Tio, eu posso comprar 20 jogos da barraquinha com 100 reais! Não quero pagar tudo isso em um só!”


Se você é daqueles que compra muitos jogos piratas só porque estão baratos e nunca joga nenhum até o final, não pode ser considerado um real jogador de videogames. As pessoas que gostam de um determinado jogo sempre o compram original pelo preço que for, como é o caso de The Sims 1, 2 e 3 e suas expansões, que venderam como munição extra numa invasão zumbi.

O consumidor brasileiro construiu uma imagem extremamente infantil em suas mentes que se limita ao lema utópico a seguir: “existe jogo grátis! ÊÊÊ”. Venho anunciar que estão sendo enganados. Vocês sempre têm que gastar seus dinheiros se quiserem se divertir jogando um videogame, mesmo que seja um RPG online. Explico agora:


Em determinado game, você precisa ter a Super Premium Account for Professional Gamers Only 2.0 para atingir algumas áreas onde se encontram monstros que dão sete vezes mais experiência e acessórios mais poderosos; no outro, você precisa comprar o famoso Cash para derrotar seu amigo que também comprou armas e roupas com o Cash dele. Os advergames, propaganda em forma de jogo de celular ou internet, são gratuitos, mas têm o objetivo de mostrar um novo produto para os possíveis consumidores, mesmo que não tenha nada a ver com games.


O que? Pensaram que as empresas que disponibilizam estes games em rede ganhavam dinheiro caçando monstros e coletando moedas que caem de dentro das tripas deles? Não, elas ganham dinheiro das pessoas que jogam e nada no mundo é mais natural que isso.


Jogo grátis não existe. Mas existirá Jogo Justo se cada um de nós fizer a nossa parte. Não estou falando sobre uma coisa “do demônio”, que induz nossos filhos angelicais a atirar no amiguinho de classe. Eu estou falando de arte, entretenimento, emprego. De videogames.


O que o Moacyr pede para nós, gamers, é que divulguemos seu projeto para o maior número de pessoas e só. Comentem com seus colegas na escola, para sua família na casa da avó aos domingos e para seus e-amigos!


O futuro dos videogames no Brasil está em nossas mãos agora, então apertem start!

Apresentação

Ois :3
Bom, pra
quem não sabe, eu sou o Fox, prazer.

Eu não tenho uma pauta pra essa primeira postagem e não sabia direito o que escrever, então decidi ficar no básico. Vou falar um pouco da minha vida, do que eu faço, etc.
Eu tenho 16 anos. Pelo menos pra maioria das pessoas, com 16 anos você está ou entrando no 3º colegial ou já está nele. Eu sou do segundo caso.


Chegou meu último ano.


Antigamente, pra mim, entrar no último ano era sinônimo de libertação, ficar livre da escola, nunca mais ter que pisar em uma instituição de ensino "básica" sendo que imaginava a faculdade como algo grandioso, totalmente diferente. Eu esperava ansiosamente para o dia em que chegaria meu último boletim, eu o traria para casa, meu pai o olharia, e feliz iria me dar os parabéns. Feliz por ambos, pois tive a sorte de ter um pai que pudesse me pagar uma escola particular, que, embora eu o pague diariamente com meu esforço (minha vó fala isso, rs) eu sei que é um fardo imenso, um dinheiro que poderia estar sendo aplicado em outras coisas, desde muito tempo atrás.
Voltando ao foco, eu queria, e muito, que meu último ano chegasse logo. O que eu vou falar será cliché, mas é a verdade: cada segundo que passa hoje é um segundo que eu tento agarrar com todas minhas forças, para que não se esvaia, pelo menos não em vão, um segundo que eu gostaria que durasse horas, pelas pessoas, situações e pelo ônus que eu sei que há de vir daqui pra frente.
Quem já passou por isso sabe do que eu falo, alguns de dentro desse blog mesmo já conversaram comigo sobre isso.
Para os que vão passar, aqui eu vou me diferir de muitos. Não vou dar conselho nenhum.
Nem vou ousar. Quando chegar a hora, vocês vão perceber o que fazer, nunca é tarde demais.

Como eu posso dizer isso?

Não é único meu nem de ninguém se sentir deslocado. Eu durante muito tempo procurei aqueles amigos de verdade. Em 15 anos posso dizer que achei dois, que possivelmente lerão esse texto, mas nunca achei a minha turma. Conseguem entender?
Isso aconteceu ano passado. Um ano antes do fim. Um ano antes de eu ter que me separar de pelo menos 80% deles.
Nunca é tarde demais.

Isso é uma flecha que constantemente atravessa meu peito quando penso que estou no último ano. Provavelmente cursarei Direito. Tenho alguns amigos que farão o mesmo. Mas e os outros?
E se eles não passarem?

E se eu não passar?

A questão das amizades é a que mais pesa na dificuldade que 2010 vêm tendo pra mim.
A segunda maior eu acabei de falar: O Vestibular



Fuvest. Pra mim, esse é o nome da fera. Pra quem não conhece, a Fundação Universitária para o Vestibular tem alguns dos processos seletivos mais concorridos do país, principalmente porquê abre portas para, entre outras, a USP, reconhecida entre as melhores universidades do país.

E esse é o meu objetivo. Não tem outro. Ou eu entro ou eu entro.
Como eu disse, tive a sorte de ter um pai que me pagasse colégio particular. Não haveria o mínimo de justiça em deixar com que ele pagasse um cursinho ou pior, a própria faculdade.
'Ah, mas você poderia pagar você mesmo seu curso!'
Claro que poderia! Eu venho dando aulas há algum tempinho, ganhando minha grana, mas pra quê eu perderia um ano?
Não faz sentido.

Essa é outra questão que aflige a todos no último ano: quando chegar o dia, que você abrir aquele caderno de questões, com centenas, até milhares de concorrentes no mesmo prédio que você, o que você vai fazer?
Suceder?
Falhar?
De quem realmente depende isso?

Essas, eu diria que são as questões universais, inerentes a todos que passam por isso.

E ainda tem aquelas particulares:
Onde eu vou morar?
Como eu vou pra facul?
Vou ter que mudar de estado?
Vou conseguir ver minha namorada?

E mais milhares outras...

Sinceramente, tem hora que dá vontade de explodir com tudo isso. Dar um jeito de espairar.
Antes mesmo de escrever esse artigo, estava fazendo um pacote de exercícios de estudo pra férias. Escrever foi um modo de me acalmar.

Mas antes do blog, o que fazia esse papel era o fórum.

Eu sei que uma hora não vai dar mais. Vou ter que abrir mão do meu cargo, do meu tempo na internet e até do contato, que eu não queria perder de jeito nenhum com alguns de vocês. Não vai ter outro jeito. E esse tempo se aproxima
Cada segundo que passa, daqueles que eu tento me agarrar com todas as minhas forças, é um segundo a menos com vocês e um que me deixa mais perto daquilo que não tem como eu escapar.

Essa é minha vida, pelo menos nesse ano.

Como eu disse, o blog e o fórum são meus maiores suportes para suportar isso. Quando preciso de um lazer, quando eu preciso de alguém pra conversar quando meus amigos estão estudando, ocupados, etc.

Acho que meu post acaba aqui. Contei um pouco da minha vida, do que eu quero fazer, de como esse ano é pra mim e será para muitos. Mas a mensagem final é da importância que vocês da R1 tiveram nesse ano pra mim.

Não poderia encerrar com outra coisa.

Muito obrigado.

Fox~

A Internet hoje. Ou não.

É tão legal usar a expressão "ou não" no início de um post, sabia? Dá um ar meio místico no negócio, meio "o cara vai falar algo bom, ein, vamos ler" e tal. Curto essa coisa de deixar no mistério e pá.

Ah, ok, o post. Desculpem, divaguei. Enfim, o Felipe Neto, conhecem, conhecem? Acho que sim, tenho quase certeza. Mas, bem, vejam:

Ah, droga, vou posta o link por que não to afim de baixar o vídeo e blogger é uma merda. Tem que ver isso aí, moderação.
Clique aqui para estourar no Youtube

Não manjo de HTML. Se der merda, não me culpem.

Enfim, Felipe Neto. Acho que ele é carioca, sempre falando do Rio e pá. Enfim, ele é carioca, torce pro Botafogo. E é vlogger. "Profissão" (urgh) que vem crescendo no Brasil. Cada dia mais temos vlogs brasileiros com várias exibições, como o maspoxavida, do PC Siqueira, e o próprio Não Faz Sentido! do Felipe Neto. Além do NãoSalvo e os grandes blogueiros que se metem a fazer vídeos como o Chongas e o Jacaré Banguela.

Bem, esses caras como o PC Siqueira e o Felipe Neto meio que misturam o stand-up com o vlog. Eles têm um texto mais descolado, mais livre assim, uma puta edição de vídeo boa, mas falam basicamente a mesma coisa. Com piadas menos fail, claro.

Aliás, eu gosto do PC Siqueira, gosto do Felipe Neto e gosto de stand-up (Rafinha Bastos sz). Mas eu notei, nos twitters (me sigam @3onz) que ambos, PC Siqueira e Felipe Neto, tão cansados de gente falando "ah, você era mais engraçado antes", "ah, virou modinha tá ridículo" e coisa e tal. Coisa que vi que aconteceu com o Chongas, com o Jacaré Banguela e com o Olhômetro.

Esse negócio de humor é muito difícil de se lidar. Eu rio com algumas coisas do JB, me divirto muito com os textos da menina do Olhômetro, dou muita risada com a Lola. Sabe, é uma coisa minha, que eu sei que tem gente que não gosta, que critica e talz.

Mas, bem, o que aconteceu foi que eles foram adequando seu humor às massas. Querendo ou não, é isso. Todo mundo gosta de um humor mais sujo e não com tantas referências nerds, como era antes o JB - era quase um Ñ.intendo - e etc. Tanto que são os mais acessados e blablablá.

Além de que, deve cansar ficar 30 minutos no twitter e virem uns trezentos RTs falando que você é bobo cara de mamão por que falou mal do Fiuk, não é? Isso cansa. E quando algo cansa e você tem opções de fazê-lo ficar mais confortável, você torna ele mais confortável. Acho que to me fazendo entender.

Então, minha visão é de que com o tempo o Felipe Neto será um Jacaré Banguela dos vloggers. Ou ele começará a fazer como o PC Siqueira e irá tornar o vlog um vlog mesmo, com aqueles vídeos de o que eu comi hoje no café e essa vibe toda. Ou ele fará um blog que comentará o que o ego! colocou na sua página principal.

Logo, se daqui há seis meses o Felipe Neto for blogueiro ou tiver sumido, me chamem de Polvo Vidente.

Devaneio #1


Existe uma certa hora na vida de todo alguém onde não se há uma alternativa completamente certa para aquilo que procuramos. Você percebe isso antes mesmo de se dar conta do quanto está perdido no que até então, você dominava. É assustador.

Quem não deseja ao menos uma vez na vida voltar à estaca zero, respirar fundo e mergulhar novamente numa nova ideia, numa nova tentativa desesperada de fazer algo dar certo, fazer algo se tornar real? Ninguém vive num script perfeito e lacunado à cenas, atos, falas.

Eu sei que esse post pode não valer de nada para você. Mas pode valer tudo.

Recomece.
Recicle.
Sempre haverá tempo para colocar uma pedra naquilo que estava dando errado e recomeçar. Afinal, você não é o único que erra; alguém estará do seu lado quando o tempo escurecer.

Depois de muito titubear, eu aprendi que não há tempo o suficiente para preocupar tanto com aquilo que nos faz dar pequenos -mínimos- passos a cada dia. Quero correr, quero chegar logo no fim dessa jornada.

"Então me abraça forte
E diz mais uma vez
Que já estamos
Distantes de tudo
Temos nosso próprio tempo
Temos nosso próprio tempo
Temos nosso próprio tempo..."
Legião Urbana; Tempo Perdido



Uma boa semana para todos nós!

Teatro


Olá galerinha da R1, tudo bem com vocês?
Sou o Linger, mas podem me chamar de Ling, Lindj ou até mesmo de Lingerie se prefirirem. lol

Hoje eu resolvi falar um pouco sobre mim, indo logo para um tema que eu gosto bastante e espero que vocês curtam também, o teatro!



Faço teatro desde 2008. Nesse meio tempo já fiz duas peças: Colônia da Poesia (2008); que contava a historia de adolescentes que foram passar as férias em uma Colônia (fiz o papel de filho da dona do lugar). E a segunda peça foi Mosteiro Poético (2009~2010); que falava de um mosteiro de padres que recebiam freiras e crianças depois de um incêndio que ocorreu no convento delas (fiz um padre brincalhão).
Essa segunda peça foi muito cansativa, ficamos um ano tentando botá-la no palco. Ainda tiveram aqueles problemas comuns que nada estava perfeito (ou pelo menos como gostaríamos que estivesse), mas quando foi lançada valeu muito toda a espera.

A maioria pensa que botar uma peça no palco é bastante fácil , não é.
Para ela sair costumamos usar livros poéticos cujos autores são de Divinópolis (minha cidade oe) e depois das poesias serem lidas e escolhidas por cada um, as juntamos e temos o rumo que pode tomar conseqüentemente levando a historia.

Minutos antes de entrar no palco ou até mesmo no curso, sempre dizemos “merda”. Se trata de uma expressão que significa sorte. Existem varias versões para essa historia e uma delas é essa:

Um ator iria apresentar a peça mais importante de sua vida, estava nervosíssimo, pois na platéia estariam os mais importantes críticos da cidade. No percurso de sua casa ao teatro encontrou muitos obstáculos. Primeiro, deparou-se com um incêndio, teve que desviar e acabou se perdendo. Como quem tem “boca vai a Roma”, conseguiu chegar ao teatro. Na porta do teatro para completar suas asneiras, pisou em um cocô. Entrou, atuou e saiu muito feliz com a melhor atuação de sua vida.Assim, a expressão “merda” tem o mesmo significado de boa sorte e é sempre usada antes das apresentações. Lembrando que, nunca se deve agradecer com obrigado ou de nada quando alguém lhe desejar “merda”, deve responder apenas “merda” ou ficar calado.Portanto, merda a todos.

Paramore

Hey, pessoas. Estou aqui de novo, mando beijos à todos. Vi que na minha última postagem aqui já me zuaram. Eu sei que o fucking Pelé não é de Santos, mas vocês entenderam e eu NÃO VOU me explicar.

Vim fazer uma... acho que é resenha, sei lá. Eu vim falar sobre o que EU acho do Paramore. Falando como um quase-ou-nem-tanto-músico e como ouvinte e como adorador da banda - por causa da Adriana, como alguns de vocês devem saber.


Então, aqui estão eles. Hayley Williams, Taylor York, Josh e Zac Farro e Jeremy Davis. O Paramore. A banda mais comentada nos últimos tempos por causa dos peitinhos da Hayley [+old]. E, sim, ela é gostosa.

Aliás, pra quem me acompanha na Last.fm [link = http://www.lastfm.com.br/user/mestrebonz] vê que eu tenho mais de 2000 execuções deles, e não, não é por eles serem aquelas bandas fodonas com solos de trezentos minutos. Não, não é.

É pela voz da Hayley. E pelas letras. É pela consideração que tenho pela banda, e por gostar de Fences rs.

Aliás, a banda é musicalmente boa sim. As linhas de baixo são simples, fáceis de pegar, mas não são escrotas e IGUAIS as guitarras, como a maioria das bandinhas atuais (e me desculpe, Pe Lanza, mas eu que não toco nem a um ano baixo to melhor que você), com uma música com a construção do baixo MUITO BOA, que é a tão comentada Fences. Jeremy Davis ganha pontos comigo assim.

Já os guitarristas, o Taylor York e o Josh Farro: bem, não são OS GUITARRISTAS, mas são bons. O Farro tem uma boa técnica, mas não vejo nenhum feeling nele. Não vejo aquela presença de palco que um guitarra solo tem que ter. E o York é base, ele faz bem seu papel e preenche muito bem as músicas, e não engole os outros instrumentos como a maioria dos guitarras base.

Aliás, a banda é sim composta por membros bons. O baterista é ótimo, o outro Farro, o Zac. Não se sobressai, mas também não se apaga no fundo. Tem sua presença nas músicas (gosto da participação dele em Hallellujah).

E a Hayley, bem, é a Hayley. Ousaria dizer que ela é a atual melhor vocalista do mundo, me desculpe Lady Gaga. Mas isso é uma opinião minha, pessoal; eu amo o timbre dele, amo como a voz dela combina com as músicas e amo o jeito dela compor. Also, ela tocando piano é ótima também.

Num todo, é uma ótima banda. Tanto acústica (Sunday Bloody Sunday que eles regravaram é linda <3)>

Aliás, quem advinhar primeiro o por quê de eu gostar e ouvir tanto Paramore, ganha um biscoito. Ou um Caterpie no RPG, quem sabe.

Flvv.



[Resenha] Chumbo Grosso

Olás. Aqui quem posta é o Leonardo C. M. Figlioli, mais conhecido como leo50graus_16cm ou simplesmente Magnum. Tenho 13 anos, moro em São José do Rio Preto (Não Pardo) e sou um aprendiz que nerd que passa os dias no computador, na televisão e no cinema. Moro em prédio, gosto de nadar e amo Lasanha e Suco de Laranja. Estou aprendendo a língua japonesa e fazendo umas resenhas de filmes aqui e ali. Estou escrevendo uma Fan Fic Policial :O que era segredo.
Então エテモン パグモン (Aproveitem a Resenha)

HOT FUZZ
(Chumbo Grosso; br - EUA / Inglaterra, 2007)



Quando, em 2005, eu fui ao aniversário de um amigo e o mesmo havia alugado um filme de comédia com zumbis, eu pensei que seria mais uma daquelas tentativas falhas de humor que começavam a aparecer, alguns de gênero semelhante que alguns radicais explodiam a cabeça dos pobres morto-vivos e riam descontroladamente por isso. Pura apelação.

Mas, após assistir, percebi meu engano. O tal longa, Todo Mundo Quase Morto (Shaun of the Dead, Reino Unido, 2004) consiste em uma inteligente crítica aos clichês dos filmes de terror, mais especificamente os que evolvem os ditos zumbis. Uma sátira bem feita, com enredo de filme de terror profissional e desenvolvimento com toques de uma boa comédia. Foi um estouro na minha mente e eu acabei viciando em assisti-lo. Considero uma das pérolas da comédia dos anos 2000 e, apesar de não ser um filme totalmente excelente, é, de longe, um dos meus filmes favoritos.

Mas, o que isso tem a ver com a resenha?

Pois bem, já explico.

Todo Mundo Quase Morto foi dirigido por Edgar Wright (Spaced, 1999-2001) e teve, como personagens principais, os atores Simon Pegg (Um Louco Apaixonado, 2008) e Nick Frost (Os Piratas do Rock, 2009). Até então, tudo bem.

No início de 2008, querendo rever Shaun of the Dead, joguei o título em português do mesmo no todo-poderoso Google e, rapidamente, encontrei notícias sobre este filme que venho fazendo a resenha.

Atraído pela notícia de outro filme que, não por coincidência, é dirigido por Edgar Wright e tem como protagonistas Simon Pegg e Nick Frost, resolvi pesquisar mais sobre tal, até encontrar o trailer.

Ah, o trailer. Após uma análise de tal, meu desejo em alugar o DVD de Chumbo Grosso só aumentou; e de forma até mesmo exagerada. Logo ali, após um simples trailer, já me havia fissurado no filme e, dias após isso, essa fissura iria tomar proporções ainda maiores.

O filme, considerado por muitos a melhor comédia de 2007, acontece em torno do Sargento Nicholas Angel (Simon Pegg), um dos melhores e mais ubers oficiais de Londres. Sendo tão bom em qualquer coisa que um policial deve fazer, seus superiores decidem tira-lo da jogada, visando proteger os seus e mais diversos empregos e, assim, mandam-no para um pequeno município da área rural, Sandford. Esta, por sua vez, é considerada a cidade mais segura da região, o que impregna a Angel uma profunda monotonia; isso até antes uma onda misteriosa de mortes – ditas como simples ‘acidentes’ – assombrarem a vida mansa em Sandford. Junto ao parceiro Danny Butterman (Nick Frost), Nicholas começa a investigar aquilo que acredita ser uma conspiração banhada em assassinatos, e não em acidentes.

Uma comédia que me fez gargalhar como por poucas vezes o fiz. Hot Fuzz expressa, de maneira livre, como um filme do gênero tem que ser, sem aquele humor apelativo, com piadas racistas ou sexuais, sem aquisitivos de nudez, de personagens de outros filmes sendo encarnados como completos retardados e todos os demais ícones que formam essa nova – e tremendamente medíocre - onda do humor, onde são inclusos filmes como Superherói – A Liga da Injustiça, Deu a Louca em Hollywood, Uma Comédia Nada Romântica, dentre outros. Não, Chumbo Grosso relembra como uma verdadeira paródia tem que ser, mostrando-se um filme inteiramente agradável de assistir, tendo êxito na comédia e, também, na ação. Porque, afinal, é uma sátira dos filmes de ação, sempre tão explosivos, cheio de sangue e conspirações. E não pecou. Apesar de toda a ação ser parte de um quebra-cabeças humorístico, as cenas de perseguição, de combate, de tiroteios, são todas magníficas. O clima, quando você assiste pela primeira vez e não compreende tudo de primeira, é de se tratar de uma ação com humor em excesso; cenas executadas perfeitamente, descobertas de tirar o fôlego e um suspense da maior qualidade. Pegg e Frost acabam com vários ídolos da ação e se mostram verdadeiros gênios quando se tratando de uma mescla esperta e sagaz de dois elementos tão diferentes como os que são trabalhados em Chumbo Grosso.

Ousado, violento, misterioso e extremamente solto, Hot Fuzz deixa de lado a timidez e põe em prática uma série de acontecimentos de alto padrão, criando uma comédia de doer os rins, um suspense de tirar o fôlego e uma ação de deixar em alerta a mais sossegada das pessoas. É um soco na cara dos críticos que diziam que não dá para juntar uma comédia convincente e uma ação de qualidade com êxito. E, do jeito que o trio Wright-Pegg-Frost é bem animado, já podemos ficar atentos para mais uma obra-prima das sátiras inteligentes.

Nota: 10 / 10

Hot Fuzz no Internacional Movie Data Base


Novo álbum de Daft Punk deve sair em novembro


Olá leitores do blog, eu sou o Dione, e eu sou um autor penetra, risos.

Sou praticamente uma pessoa normal. Um estudante comum, 16 anos, curto ouvir música, ver filmes, sair com os amigos e ainda não tenho um emprego fixo.

Não sou especialista em escrever, mas venho trazer informações pro blog sobre assuntos que curto. Música, atores, filmes, séries e afins.

Agora vou parar de falar de mim, e falar de música. Pra começar, Daft Punk.

Vocês sabem quem são, não vem falar que não. São aqueles dois caras que preservam a identidade sempre se apresentando com capacetes e roupas á la Power Rangers. Brincadeira, sei que vocês conhecem eles.

Eles que estão produzindo a trilha sonora para o filme Tron Legacy, o remake do filme Tron (1982) que está sendo produzido pela disney. O álbum, que deve chegar às lojas dia 23 de novembro (segundo o site do semanário musical New Musical Express) vem repleto de músicas inéditas.

O disco será o primeiro álbum lançado pelo Daft Punk desde o lançamento de "Human after all", em 2005, com os hits "Robot rock" e "Technologic".

Tron legacy chega aos cinemas do país no dia 17 de dezembro, segundo o site Filme B

Pra quem nunca viu o trailer do filme, aqui vai:

Esse filme promete, assim como a trilha sonora.
Fonte: G1

Bgs, vejo vocês depois. Byee

Quando crescer, quero ser jornalista!

Aloha! - tinha que começar assim.
Hum, engraçado termos lançado o blog. Porque é uma ideia antiga, mas que sempre dizíamos "bah, besteira". Mas o conceito que estaremos abordando chega a ser quase independente do fórum, né? Então achei muito válido. E meu primeiro post aqui será um pouco diferente do que pretendo trazer para vocês. Vou falar, assim como o Deco, um pouco da minha "profissão". Você já deve ter perdido um pouco da confiança ao ver as aspas. É que eu trabalho informalmente num jornal. Pois é, a princípio, isso é temporário. Mas no fim do ano eu decido se quero mesmo o Jornalismo - assim, conseguindo de vez o emprego - ou não, perdendo o emprego e a bolsa integral para a faculdade de Jornalismo da minha cidade, Varginha, aquela dos ET's.

O jornal impresso, em si, hoje é um tipo de mídia ultrapassada. A juventude já não liga para esse veículo de comunicação que um dia fez história no nosso país! Mas não vou entrar em detalhes, sei um pouco, e esse pouco não é o bastante para me dizer entendido do assunto.

Minha rotina de trabalho é meio complicada. Toda a redação entra às 8h30 da manhã, tem o horário de almoço às 11h e voltamos às 13h. Aí não tem bem hora para ir embora. Depende muito do que acontece na cidade. Ou do que não acontece.


Como eu disse, moro em Varginha-MG, cidade do interior. Não é todo dia que algo acontece por aqui. Mas não podemos liberar um jornal sem conteúdo. E aí?
Aí vem o estresse. Isso não acontece sempre, mas nas vezes em que eu tive duas páginas em branco às 16h, garanto que quase surtei.

Eu escolhi o jornalismo porque gosto de escrever. E, sendo jornalista, você vai escrever muito, tenha certeza disso. Um jornal também é feito sob uma dinâmica diferente de todo tipo de trabalho. Você não sabe o que te espera. Não sabe se, daqui há um mês, suas tarefas serão tão fáceis ou tão difíceis quanto hoje. É um trabalho ritmado ao passo da atualidade. O que você soube ontem já não é novo para o jornal de amanhã. Ou até mesmo para o jornal de ontem, dependendo da relevância da sua descoberta.

Você que está pensando em fazer jornalismo, não pode, por exemplo, odiar o Jornal Nacional. Ou sei lá, o Jornal da Band. O mundo jornalístico, por vezes um porre (concordo, há muitos porres âncoras de TV), para você é, nada mais, nada menos que sua fonte de atualização. O telejornalismo é mais digerido, pronto, rápido, você vê/ouve e pronto, a notícia entrou em você. Não é preciso ler, interpretar, nada disso. Só a sua atenção basta. Então, para um profissional assim, aquela notícia mais boba e que muitos nem se dão ao trabalho de perderem seu tempo com ela, para nós, é acervo. Acervo mental.

Isso sim é ser jornalista!

No jornal em que eu trabalho, infelizmente, há uma censura introduzida discretamente. Os donos têm uma opção religiosa que veta certos tipos de notícia, têm um partido político que também proíbe alguns pontos. É chato, mas não me tira tanto a liberdade. Mas tira, né?

Eu penso que ser jornalista é ter essa ansiedade em saber, uma curiosidade que nunca morre, a vontade de trazer a novidade na frente de todo mundo. É também ser justo com os dois lados da notícia, ter critério e nem sempre, ser um cidadão comum. Na matéria, você não pode reclamar que o fulano te fodeu. Tem que dar a notícia e só. Seja ele um deus ou um satanás.

Mesmo que eu decida seguir um outro caminho, sei que ter trabalhado num jornal foi uma experiência única. Tenho ótimos colegas de redação (eles parecem saber de tudo que existe no mundo, me sinto burro perto deles) e estou adorando fazer o que eu faço. Há, claro, uma certa desmotivação às vezes, mas logo passa quando eu paro pra pensar no que estou fazendo.

E sobre a questão do diploma, claro! Não desista só por causa disso. O diploma ainda é necessário, de 9 a cada 10 jornais ainda pedem ele. O outro ali é porque quer colocar família/amigo/velho na área dentro de seu ventre. Mas admito, não ganhar um diploma depois de quatro anos de estudo é complicado. Eu sei, eu sei.

Mas, só pra concluir, então! Aconselho qualquer um a ser jornalista se essa pessoa gosta de estar atualizada com o mundo à sua volta. Que goste de se comunicar, saber a opinião dos outros... De ter pra vida, uma filosofia de que saber mais é conteúdo a mais. Quem me conhece sabe o quanto eu gosto de saber das coisas... Hahahaha!

É isso. Nas minhas próximas postagens, pretendo escrever mais sobre o mundo atual, o que está rolando no Brasil, também não poderia deixar de falar de ler e escrever, que é minha paixão... Ah, eu não tenho muito uma linha de posts, não. Nos próximos dias vocês perceberão isso rs~

Bom sábado para todos!

Bum, bum, buuuum


Hey molecada, aqui sou eu, o Bonz! Vou falar um pouco de mim, como o Arch, e depois farei uma breve introdução ao instrumento contra-baixo, que muitos conhecem como Baixo Elétrico!

Bem, eu sou um garoto novinho, de cerca de 14 anos (faço aniversário em 11 de fevereiro); nasci em São Paulo, capital, e com 5 anos me mudei para a litorânea Santos, cidade do Pelé. Comecei a entrar em foruns um ano depois de aprender a ler, em 2002, entrando na MBB (Multiverso B@te-Boc@, forum sobre HQs) e desde lá venho entrando em foruns pokemons (comecei em 2003, na Pokeland; em 2004 fui pra Plus e ano passado fui pra M2, virando Mestre e agora estou na Route One).
Tenho um cachorro cego que tem 12 anos e se chama Tobi José. Meu pai é analista de sistemas e minha mãe nutricionista. Não estou namorando, ainda.
E, bem, eu toco baixo.

Tenho uma banda aqui em São Vicente, onde estou morando - uma "cidade-satélite" de Santos - que se chama KanaStra, e nessa banda eu toco baixo. Meu baixo é um jazz bass da Eagle, vermelho de escudo branco.

Bem, eu queria falar aqui como funciona e como ele é aplicado hoje em dia.

Antigamente o baixo era um negócio grandão de madeira que era tocado com cordas de tripa. Sua afinação era a mais grave de todos os instrumentos de corda da orquestra, sendo uma oitava acima da afinação do violoncelo ou cello. Foi introduzido às orquestras no fim do século XVII e foi evoluindo de lá pra cá.

De uns tempos pra cá, virou elétrico. No começo do blues e do jazz, tivemos o estopim do Baixo como instrumento, sendo ele o instrumento que dava a base, para entrada da melodia com a voz e os sopros. Em seguida, veio o rock n' roll; e com ele surgiram as várias vertentes dele, e cada uma usava um estilo de baixo. Um mais aparente no progressivo, mais calmo no pop e mais veloz no metal, o baixo sempre foi um "acompanhante da guitarra", para a maioria.



O baixo utilizado hoje em dia tem, normalmente, 4 cordas. Alguns usam uns com 5 e os mais habilidosos usam os com 6 cordas. Diferentemente da guitarra, toca-se normalmente uma corda, e não todas nos acordes/arpeggios. As técnicas para tocar no baixo são variadas, as mais usadas sendo o slap, o pizzicato e o uso da palheta.

Com o slap você bate na corda com o polegar, e puxa uma das cordas de baixo com os outros três dedos usados (indicador, médio e anular); a técnia é usada no jazz, como maioria, mas também em alguns rocks. O pizzicato é o famoso "dedilhado", podendo ser tocado com dois, três ou até quatro dedos (Steve Harris, do Iron Maiden, toca com os quatro); é o mais utilizado, principalmente para acompanhar o riff das guitarras. E, claro, as palhetadas; muito utilizado pela velocidade que pode proporcionar ao baixista, é bastante utilizada no metal.


Há também outro modelo de baixo elétrico, o fretless bass. Mas eu vou falar dele depois, quando for falar do grande Jaco Pastorius.

Let Yourself Feel!

Olá routeonianos! -q

Sejam bem-vindos ao nosso amado blog!
Como primeiro post meu aqui, eu queria falar um pouco sobre a minha pessoa e fazer uma leve introdução ao design!

Como vocês devem - ou não - saber, eu faço atualmente faculdade de Design Gráfico na UFPR - Universidade Federal do Paraná.
Para quem não sabe mas finge que sabe o que é design, bom, vou dar uma explicadinha. Design não é arte. Não é fazer signs e avatares no Photoshop. Isso é arte. Design é planejamento, é inovação. A função de design é tornar as coisas mais acessíveis, mais funcionais, mais inteligentes e mais apelativas. É, basicamente, uma profissão do mundo atual, onde a publicidade e o marketing praticamente definem se um produto ou empresa vai ter sucesso ou não.

Mas eu tenho um primo que mexe no Corel Draw! Ele faz design!
Não, não faz. Design não é abrir o programa e começar a mexer nas ferramentas e jogar os efeitos. Como eu disse, design é planejamento. Existem várias diretrizes e "normas" dentro do design, que auxiliam a se chegar a um bom resultado final.

Mas, se você gosta de design e pensa em algum dia seguir carreira nisso, existem várias coisas interessantes que você pode aprender desde já! Por isso, vou indicar alguns livros que talvez possam te ajudar:





Design para quem não é designer - Robin Williams










Pensar com Tipos - Ellen Lupton












Branding: Design e Estratégias e Marcas - Alvaro Guillermo












Esse são só alguns livros que eu sugiro a vocês! Além disso, em todo final de post meu vou tentar trazer um vídeo novo sobre o que estou falando. Bom, esse vídeo que mostrarei agora é do designer Esteban Diácono, e ele fez uma animação para servir como clipe para uma orquestra finlandesa. Chique, não?

Enfim, gente, até a próxima e fiquem agora com o vídeo! Lembrem-se de comentar!



let yourself feel. from Esteban Diácono on Vimeo.

Estreia do Blog R1!

Pois é, galerinha... é com grande prazer que estreiamos o Blog Oficial da RouteOne! É mais uma das novidades de férias que estávamos planejando pra vocês aproveitarem e usufruirem.

O intuito do blog, porém, não é o mesmo que o do fórum. Aqui será um espaço para que nossos autores (que vocês conhecerão a medida em que eles se apresentam) divaguem sobre qualquer assunto, divulgando informações, curiosidades, expressando opiniões, recomendando, enfim, postando sobre absolutamente qualquer coisa que lhes vier a mente.

Cada autor terá, obviamente, seus temas preferidos, e é isso que - esperamos - dará a identidade do blog. Cada um deles é velho conhecido de vocês, com certeza...

Então espero que se divirtam com os posts e comentem, assinem o feed, divulguem, opinem no fórum... tornem-se parte do blog, assim como já são do fórum!